O coração dos candeeiros I


“Era um candeeiro de iluminação pública. à beira do passeio, iluminava como podia o bocado de rua que lhe coubera em sorte.

Acendia, quando tinha de acender e, já se vê, passava a noite em branco. Mal a manhã despertava, adormecia ele. O barulho do trânsito embalava-lhe o sono.

Até aqui nada de novo. Candeeiros de rua iguais a este há milhões. Mas algo de especial o distinguia dos outros. Um grande segredo.

Nem que passe por bisbilhoteiro, sinto-me obrigado a revelá-lo. Como é que havia, se eu guardasse o segredo só para mim?” (cont.)

Texto de : António Torrado

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